“Jesus de Nazaré: da Entrada em Jerusalém até a Ressurreição” – novo livro de Bento XVI

 

Um milhão e duzentos mil exemplares: Esta é a tiragem da primeira edição do livro de Bento XVI, “Jesus de Nazaré – Da entrada em Jerusalém à Ressurreição”. O livro, que foi apresentado na tarde de ontem, quinta-feira, na Sala de Imprensa do Vaticano, repleta de jornalistas, agora está nas livrarias em sete línguas, às quais se acrescentará no final de março, a língua croata. Seguirá depois a tradução em outros 13 idiomas, enquanto já está disponível na forma digital do e-book. O livro do Papa foi apresentado à imprensa, pelo Prefeito da Congregação para os Bispos, Cardeal Marc Ouellet, pelo Diretor da Sala de Imprensa, Padre Federico Lombardi, e pelo Professor-escritor alemão Claudio Magris.
“Um trabalho que aproxima o leitor à verdadeira face de Deus em Jesus Cristo”: assim o Cardeal Marc Ouellet definiu a segunda parte do livro de Joseph Ratzinger sobre Jesus de Nazaré. Um texto, disse, que “representa a aurora de uma nova era da exegese” teológica, mas que ao mesmo tempo despertará o interesse não só entre especialistas, mas também entre os fiéis: “Jesus de Nazaré é mais do que um livro, é um testemunho comovente, fascinante e libertador”.

A obra, em nove capítulos, é dedicada aos momentos que precederam a morte de Jesus e a sua ressurreição. O segundo volume do livro “Jesus de Nazaré” de Bento XVI já está disponível em português.

Em audiência na última quarta-feira, dia 9, no Vaticano, o diretor da Principia Editora, Henrique Mota, entregou a versão em português ao Pontífice, juntamente com os responsáveis pelas edições nas outras seis línguas em que o livro foi editado: alemão, italiano, inglês, espanhol, francês e polonês.

O Papa não quis escrever a “Vida de Jesus”, mas “ilustrar a figura e a mensagem de Jesus” para encontrar o verdadeiro Cristo, salienta o prólogo do livro. “Buscou desenvolver um olhar sobre o Jesus dos Evangelhos e uma sequência que pudesse tornar-se um encontro guiado pela hermenêutica da fé, mas ao mesmo tempo considerando responsavelmente as razões históricas para que possa ser útil a todos os leitores que querem encontrar Jesus e crer nele”.

Na obra, Bento XVI faz numa análise bíblica e teológica para explicar o motivo pelo qual não tem fundamento a afirmação de que os judeus foram responsáveis pela morte de Jesus. Joseph Ratzinger começou a escrever a obra em suas férias de 2003, antes de ser eleito Papa.

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